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21 de Junho de 2018

Qual o nível de fluência em inglês dos brasileiros?

Veja neste artigo os dados sobre a fluência dos brasileiros no inglês

O Brasil ocupa a 41ª colocação do ranking de 70 países desenvolvido pela EF Education First, que mediu a proficiência em mais de 1 milhão de adultos do mundo todo (que não têm o inglês como língua nativa) em quesitos como gramática, vocabulário, leitura e compreensão.

A população analisada pelo levantamento é "autosselecionada", ou seja, depende da própria iniciativa dos participantes. A maioria dos entrevistados participam movidos pela curiosidade em testar suas habilidades com o idioma. Apesar disso, o método tem se mostrado eficaz na coleta de grandes quantidades de dados sobre os níveis globais de proficiência em inglês.

Os primeiros colocados na lista foram: Holanda, Suécia e Dinamarca. O Brasil aparece atrás de países como Nigéria, Vietnã, Costa Rica, Indonésia e Taiwan. Em todo o território nacional, apenas 5% da população fala uma segunda língua e menos de 3% têm fluência na língua que domina o mundo dos negócios.

O teste tem cinco categorias de proficiência: "muito alta", "alta", "moderada", "baixa" e "muito baixa". Desde a criação do ranking, o Brasil sempre esteve no grupo de proficiência “baixa”. Apenas em 2012 o país esteve na categoria “muito baixa”. Mas continuamos abaixo da média global, apesar da melhora no desempenho apontada pela EF no último ano.

De forma geral, as mulheres apresentaram melhor desempenho do que os homens. O conhecimento do inglês também é diretamente proporcional ao desenvolvimento econômico e social de cada país, níveis de qualidade de vida, renda per capita e investimento em inovação influenciam nos resultados.

A luz no fim do túnel...

Embora o Brasil tenha sido enquadrado na categoria de “baixa proficiência”, nem todas as regiões foram mal no teste. O Distrito Federal obteve a melhor nota do país (53,73), assim como os Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. O Mato Grosso ficou com a pior nota (45,40), e o penúltimo colocado foi o Amazonas (47,23).

Veja a seguir a comparação entre os Estados na avaliação:

Correndo atrás do prejuízo...

Ciente dos prejuízos que a falta de um segundo idioma provoca na carreira, muitos brasileiros estão correndo atrás do prejuízo e garantindo matrículas em escolas especializadas. Mas o número de pessoas que têm disponibilidade para fazer um curso de idiomas, seja por falta de tempo ou de dinheiro, ainda é pequeno.

Sem desculpas!

Segundo os especialistas em linguística, para alcançar a fluência, o ideal é fazer um programa híbrido, com aulas presenciais, complementando o aprendizado com exercícios em ferramentas online. Através desse método, o prazo para o desenvolvimento adequado é de 18 meses de estudo. 

Além disso, também é preciso ter clareza do que impede você de obter a fluência no inglês para buscar alternativas que te ajudem a superar os desafios. Se a sua desculpa é a falta de tempo, saiba que na TopWay você pode marcar as suas aulas conforme a sua disponibilidade de horário. Deixe seu contato no link que alguém da nossa equipe irá entrar em contato para te explicar tudo sobre o mundo Topway: www.topwayschool.com/#comece-agora