Ninguém precisa estudar quatro ou cinco horas de inglês todos os dias para evoluir no idioma, mas também não basta estudar menos e de qualquer jeito: o ideal é se dedicar entre 30 minutos e duas horas diários.
Faça o seu tempo render, ficando exposto à língua que você quer aprender tanto na TV quanto no celular, vídeo game etc., anote e replique palavras e expressões importantes, analise cada termo pelo contexto e não através da tradução literal e use o idioma ativamente, mesmo que na frente do espelho.
Não troque de material todo dia! Repetir o mesmo conteúdo por 2 a 4 dias aumenta muito a retenção. E vá prestando atenção para saber se está ganhando autonomia durante a prática, ou seja, se está começando a aplicar seu aprendizado sem depender de apoio.
Ainda tem dúvidas ou quer se organizar melhor? Leia este artigo até o final!
Estudar inglês 30 minutos por dia funciona?
Funciona! E costuma ser melhor do que estudar muito tempo só alguns dias da semana. Quem estuda 30 minutos todos os dias avança mais do que quem tem contato com o idioma, por exemplo, durante três horas seguidas num sábado.
A ideia com a rotina é que você consiga aprender e entender o idioma ao mesmo tempo, não só uma coisa ou outra.
“Posso estudar 60 minutos em vez de 30 na maioria dos dias”. Melhor ainda!
E 1 hora de prática por dia é suficiente para alguém aprender inglês?
Sim, principalmente se você recapitular o que já sabe, entrar em contato com algo novo, entender essa novidade, tentar usá-la em diferentes contextos e ir ajustando o aprendizado na prática, mesmo.
Em 30 minutos de estudo, provavelmente você vai ter só o contato. E tudo bem! Nesse caso, além do contato, vai existir a “mão na massa”, algo que te ajuda a consolidar o conhecimento.
Afinal, quantas horas estudar inglês por dia? Calculando o tempo ideal
No cotidiano de um estudante de inglês, independentemente da idade, entre 30 minutos e 90 minutos de prática já são suficientes para um aprofundamento das quatro habilidades principais do idioma: speaking, listening, writing e reading.
Tem quem opte por estudar 2 horas diárias, e está ótimo! Mais do que isso, pode ser exagero – e se engana quem pensa que estudar muitas horas por dia acelera o aprendizado. Por que existe um limite de quantidade de informações que o cérebro processa bem, de uma só vez.
Pergunte-se: por quanto tempo consigo me dedicar ao inglês de forma a manter meu aprimoramento constante? A frequência pesa muito!
Estude de forma regular, mesmo que pouco: se você ficar vários dias sem falar, ouvir ou pensar em inglês, a próxima sessão de estudos vai ser mais sofrida, pode acreditar.
Quando o contato com um conteúdo é espaçado demais, o cérebro simplesmente deixa de priorizar aquela informação já aprendida. Isso chama spacing effect!
3 fatores para você levar em consideração ao aprender inglês
Frequência, organização de rotina e prática ativa impactam no seu progresso mais do que o tempo de estudo.
- Frequência: é valiosa para você não precisar reconstruir os raciocínios do passado toda vez que retomar seu aprendizado
- Organização: cria continuidade tanto na absorção de conhecimento quanto na prática; ajuda você a inserir o idioma realmente no seu cotidiano
- Prática ativa: tem tudo a ver com aprender, tentar aplicar, errar e perceber o erro e ajustar em tempo real, fortalecendo a memória
Considerando cada um desses fatores, serão necessários apenas alguns meses pro aprendizado do zero ao básico – de verdade! – e mais alguns pra linha de chegada ao nível intermediário. Você pode, percebe? Yes, you can!
“O que eu faço se não conseguir estudar inglês todos os dias?”
Você precisa tentar o contato com o idioma minimamente a semana inteira, mas, caso não consiga, pratique e aprenda alguma coisinha in English pelo menos 4 a 5 vezes semanais. Menos constância do que isso vai deixar seu progresso instável.
“Consigo estudar inglês sozinho?”
Até consegue, só que você precisa de um altíssimo nível de disciplina (e de mais tempo, provavelmente) para alcançar os mesmos patamares de conhecimento que alcançaria em alguns meses num curso imersivo do idioma.
Quem estuda inglês sozinho costuma se frustrar com falta de direcionamento, pouco uso real do idioma, dificuldade para ajustar erros mais específicos ou esclarecer dúvidas mais técnicas e ausência de correções, por exemplo.
Essas pessoas afirmam que a sensação de evolução até existe, mas o resultado real não é tão perceptível quanto gostaria.
Fica a seu critério!
Para acelerar seu aprendizado, busque o método certo
Finalmente, caso a ideia seja ir ao infinito e além no inglês, busque um ambiente, mesmo virtual, no qual o uso do idioma deixe de ser opcional e se torne parte da rotina. Dê preferência a espaços, como os oferecidos por cursos de inglês modernos, em que um professor fluente esteja presente para lhe orientar.
Em métodos de aprendizado imersivos, como os aplicados a esses cursos, alunos trabalham com situações reais de comunicação e vão além dos exercícios, aprendendo aquilo que realmente tenha a ver com o seu cotidiano.
E não ficam só assistindo e anotando: tornam-se parte fundamental do aprendizado. Que tal experimentar?