6 vantagens de se saber inglês no exterior

Por TopWay English School

Todo ano muitas pessoas viajam para a Europa, Estados Unidos da América, Ásia, Oceania e constatam na pele a diferença que faz saber um dos idiomas mais falados no mundo. Saber ou não inglês pode ser a diferença para ter uma viagem dos sonhos.

Por TopWay English School

09/01/2017

CulturaViagens e Línguas

"Chegamos no aeroporto de Heathrow e o agente da imigração que falava português que nos atenderia estava com um filho doente. Teve que sair às pressas. Até que achassem outra pessoa, por causa do horário, esperamos por quatro horas na fila do controle de passaporte. Um diplomata português acabou nos ajudando. Foi muito chato ficar ali enquanto as pessoas iam passando pela gente."

Este é o depoimento do estudante de inglês J.M.S., de 32 anos, que iniciou de forma traumática sua lua-de-mel em 2012. Ele e a esposa estavam chegando na capital inglesa para iniciarem sua sonhada viagem, quando se depararam com a situação: não sabiam falar inglês. Essa e outras situações durante a primeira viagem ao continente europeu o motivaram a ir imediatamente buscar uma boa escola de línguas assim que retornou a sua cidade natal.

A cada ano, muitas pessoas viajam para a Europa, Estados Unidos da América, Ásia, Oceania e constatam na pele a diferença que faz saber um dos idiomas mais falados no mundo. Saber ou não inglês pode ser a diferença entre o céu e o inferno em uma viagem a um país estrangeiro.

Listamos abaixo alguns pontos importantes:

1. Onde ficar. A primeira coisa que alguém precisa saber quando chega a um país estrangeiro é onde vai ficar, uma vez que o agente de imigração/controle de passaporte vai perguntar sobre isso. Também, sabendo inglês, você pode investigar melhor aquele apartamentinho legal no AirBnB, ou aquele albergue super bem localizado, participando de fóruns e grupos acerca do tema nas redes sociais. Infelizmente, há dicas que os não-falantes de inglês jamais conhecerão.

2. Onde comer. Os lugares sugeridos por atendentes de hotéis, agências de turismo e guias nem sempre são os melhores, os mais baratos ou os mais descolados. É falando com gente que mora no lugar que você vai descobrir aquele restaurante escondido, pouco badalado, mas que serve uma comidinha inesquecível e com um preço camarada. Um exemplo, que serve também como uma ótima dica; assim que foi lançada, a rede "Pret-a-Manger", de Londres, era pouco conhecida do público brasileiro. No entanto, eles oferecem sandubas muito bons e sempre fresquinhos, sucos naturais feitos quase na hora e cafés especiais, tudo por um preço muito bom, ideal para mochileiros ou turistas que querem curtir tudo da capital inglesa sem gastar muito tempo ou dinheiro. Como nossa equipe descobriu? Falando com pessoas de lá!

3. O que fazer. O estudante brasileiro Diogo Duarte chegou a Los Angeles sem conhecer praticamente ninguém. Rapidamente, colocou-se no mercado de trabalho como manobrista em um restaurante chique. "Manobrava Lamborghinis, Ferraris, Porsches… Ao final do expediente, era inevitável irmos para baladas com os colegas de trabalho e estudos."  

Legal, não é? Chegar no exterior e rapidamente conseguir fazer amigos, divertir-se e ainda conseguir um emprego bacana. Mas como isto é possível? Falando inglês.

"Se eu não soubesse inglês quando cheguei em LA, minhas restrições seriam muitas. Não me imagino vivendo esta vida se fosse monolíngue.", completa Diogo, hoje casado, sem filhos e já naturalizado norte-americano.

4. Conhecer gente. O tema fala por si. Se você quer conhecer pessoas legais, fazer amigos, precisa falar a língua delas. Da mesma forma, ficar dependendo de amigos e amigas traduzindo o tempo todo pode ser um tanto constrangedor. A regra não vale só para quem viaja: mesmo estando aqui, falar inglês garante que você possa conhecer gente do mundo todo através de redes sociais.

5. Aproveitar as oportunidades. "Help wanted!" dizia o pequeno cartaz na frente da pizzaria. O jovem brasileiro, fluente em inglês depois do curso de 18 meses que fez na TopWay, viu e resolveu entrar para perguntar se a vaga ainda estava disponível. Cinco anos depois, gerente de uma pequena rede de cinco pizzarias na região de Boston, no estado americano de Massachussets, garante que não teria dado aquele passo se não falasse inglês.

"No mesmo dia, o meu colega de quarto perguntou como eu havia conseguido a vaga tão rápido. Respondi que vi a placa. Ele me disse que viu a mesma placa, mas não sabia do que se tratava. Achava que fosse referente a alguma ação social ou de voluntariado."

6. Sentir-se livre. Viajar é sempre bom. Viajar em grupos, com guia, é uma experiência bastante gratificante e segura para quem não sabe o idioma. O lado ruim é que você vai ficar restrito aos lugares, comidas e experiências que o passeio lhe oferecer, e isto pode dar uma certa sensação de aprisionamento com o passar dos dias. Falar inglês te deixa livre para ir onde der na cabeça, visitar museus diferentes ou fazer roteiros fora do convencional - e rir de piadas que os companheiros de viagem nem sempre entenderão.

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